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28 de ago. de 2013

O Rappa


"Nunca Tem Fim"  (2013) é o nono álbum de estúdio do grupo carioca O Rappa.
Vem com dez músicas inéditas e conta com participação do Rapper do grupo paulista Racionais MC's,
Edi Rock na música "Um Dia Lindo". 

Produzido por Tom Saboia o álbum será lançado em 09 de setembro.
Mas já disponível no I-Tunes.

Faixas
1 O Horizonte É Logo Alí
2 Auto-Reverse
3 Boa Noite Xangô
4 Cruz de Tecido
5 Fronteira (D.U.C.A.)
6 Anjos (Pra Quem Tem Fé)
7 Doutor, Sim Senhor!
8 Sequencia Terminal
9 Vida Rasteja
10 Um Dia Lindo (Participação Especial de Edi Rock)

Site Oficial         Download



17 de ago. de 2013

Edi Rock

"Contra Nós, Ninguém Será" (2013)

Vocalista e letrista de uma das maiores bandas de rap do Brasil os Racionais MC, Edi Rock trilha muito bem sua carreira solo, mas nem tão solo assim.

Depois de 2 anos e meio de gravações muitos amigos e músicos se juntaram ao projeto e finalmente o segundo álbum "Contra Nós, Ninguém Será" (2013) esta aí.

Seu Jorge e Leon Mobley (percussionista do Damian Marley) participam da primeira música de trabalho "That´s my Way". Mas o álbum com 23 músicas tem muito mais.

Em "Abram se os caminhos" Falcão (O Rappa) e Alexandre (Natiruts) se juntam a Edi Rock num rap com pegada reggae dos vida loka.

"Voltarei para você" é um eletro-rap-tango, inusitado com participação de Marina de La Riva. "Eu canto Up Soul" representa o rap paulista com Rael da Rima e Flora Matos. "Cava Cava" junta Emicida com Dom Pixote num rap tradicional.

"Estrela de David" usa com esplendor o sampler de "Bom Senso" do mestre Tim Maia. A ótima "Na Rota da Ambição" traz Tulio Deck e DBS numa das boas surpresas do álbum.

Edi Rock consegue com este "Contra Nós, Ninguém Será" provar que o Rap Nacional não precisa ser só favela. Ganha corpo, misturas e bons tons, vozes diferentes, misturas, parcerias e ainda assim ser surpreendente.

Faixas

  1. Selva De Pedra
  2. Voce Não Pode Se Enganar
  3. Estrela De David
  4. Na Rota Da Ambição (part. DBS e Túlio Deck)
  5. Salve Negoo
  6. Interlude
  7. Aro 20
  8. Eu Canto Uq Soul (part. Flora Matos e Rael)
  9. Voltarei Para Voce
  10. Abrem-Se Os Caminhos (part. Falcão e Alexandre Carlo)
  11. Interlude
  12. Gangstar
  13. Cava Cava (part. Emicida e Don Pixote)
  14. Liberdade Nao Tem Preço (part. Dexter)
  15. Nao Deixe A Minima
  16. Interlude
  17. Ta Na Chuva
  18. Ultima Missao (part. Karin Hils e Nego Jam)
  19. Final Feliz (part. Vanessa Jackson)
  20. Interlude
  21. Thats My Way (part. Seu Jorge)
  22. Homen Invesivel
  23. Viver E Deixar Viver

 Ouça no You Tube

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4 de ago. de 2013

Arctic Monkeys


"AM" é nome do próximo álbum de inéditas do super grupo inglês Arctic Monkeys. Na crista da onda e protagonizando line-ups dos principais festivais mundiais o Arctic Monkeys moderniza e vem lançando as faixas do novo "AM" desde 2012 quando apresentou "R U Mine?" (com direito ao lado B "Come Together" dos Beatles e a inédita "Electricicy" que não entrou no novo álbum.

Abrindo o festival Glastonbury 2013 em julho o grupo tocou a inédita e segundo single do álbum "Do I Wanna Know?". O vídeo é minimalista e surpreendente (veja abaixo), ótimas tiradas e animações, há que ter uma certa paciência inicial.

Com produção de Josh Homme do Queens of The Stone Age "AM" será oficialmente lançado em 09/09/13, as faixas:

1. "Do I Wanna Know?"  4:32
2. "R U Mine?" 3:20
3. "One for the Road"  3:26
4. "Arabella" 3:27
5. "I Want It All"  3:04
6. "No.1 Party Anthem" 4:03
7. "Mad Sounds" 3:35
8. "Fireside" 3:01
9. "Why'd You Only Call Me When You're High?" 2:42
10. "Snap Out of It" 3:12
11. "Knee Socks"  4:17
12. "I Wanna Be Yours" 3:04








29 de jul. de 2013

Mixhell

Spaces (2013)
Mixhell é uma colaboração nova e excitante que visa fundir os melhores e mais edificante elementos das cenas de rock e eletrônica para criar um efeito de "Rock-tronica".
Projeto de Igor Calavera e sua esposa Laima Leyton.

O liquidificador maximalista despedaça tudo – techno, electro, rock, efeitos, trance, funk carioca, Miami bass… – e reaglutina numa vitamina forte, pesada e rápida. O sabor brazuca é o berimbau sambando no remix.

Este primeiro álbum Spaces tem a presença esmagadora de um som musical orgânico, intuitivo e gratuito, associada com a linguagem da música eletrônica que se mostra a força motriz por trás do projeto.

Mixhell faz eletrônica com pegada rock´n roll, experimente!

Faixas
1. Antigalactic
2. Exit Wound
3. Mind Drop
4. The Edge
5. The Way
6. Internal
7. Once Again
8. White Ropes
9. Daria
10. Come With Me

Bonus Tracks – Digital ONLY
11. The Shape (Digital Bonus Track)

Ouça




6 de jun. de 2013

Miles Kane


"Dont Forget Who You Are" (2013)

Miles Kane foi vocalista da banda britânica The Rascals e fez um álbum com Alex Turner do Arctic Monkeys, o projeto chamado de The Last Shadow Puppets foi um grande sucesso inglês e concorreu ao prêmio Mercury Prize como melhor banda de 2008.

Em 2010 lançou seu primeiro álbum solo "Colour of the trap" com 3 singles de sucesso.

Agora em 2013 lança seu segundo álbum de inéditas "Dont Forget Who You Are" vem com 11 canções quase perfeitas. A boa mistura de indie rock e dance é facilmente notada pela influência de seus amigos da cena musical inglesa.

A faixa "Give Up" foi lançada como single em fevereiro deste ano. A música que dá titulo ao CD é o terceiro single. Não esqueça quem você é, então aproveite e aprecie este pacote de excelentes canções inglesas.

Enjoy it!

Faixas
1. "Taking Over"   3:25
2. "Don't Forget Who You Are"   3:22
3. "Better Than That"   2:56
4. "Out of Control"   3:16
5. "Bombshells"   2:16
6. "Tonight"   2:59
7. "What Condition Am I In?"   2:32
8. "Fire in My Heart"   2:51
9. "You're Gonna Get It"   2:32
10. "Give Up"   2:45
11. "Darkness in Our Hearts"   3:40

Download

Site Oficial





3 de jun. de 2013

Daft Punk

Random Access Memories (2013)

Daft Punk se reinventa em álbum nostálgico com boas parcerias

Escrito por Erick Brêtas
Da TV Globo, no Rio

Leio aqui e ali que o novo álbum do Daft Punk, “Random access memories” ("RAM"), bate recordes de vendas na França e no Reino Unido e alcança um feito espetacular para artistas considerados “de música eletrônica”: o primeiro lugar na “Billboard” americana. No serviço de streaming Spotify, baseado na Suécia, já foi ouvido por oito milhões de usuários. E há mais além dos números. Faz muito tempo que o lançamento de um disco não gera tanta expectativa – não me lembro de nada parecido desde que o Radiohead desconcertou a indústria fonográfica com “In rainbows”, álbum que vendeu diretamente aos fãs, pelo preço que estes quisessem pagar.

As razões para o buzz desta vez são diferentes – as cartas estão na mesa, as vendas em formato digital são regra, não há nada de novo no front comercial. Para completar, numa jogada de antimarketing, o lançamento mundial do esperadíssimo disco foi numa feira agrícola de uma cidadezinha rural da Austrália, o revés do glamour. É como se Thomas Bangalter e Guy Manuel de Homem-Christo dissessem aos fãs e ao mercado: “O que importa é a música”.

"RAM" chega oito anos depois do já distante "Human after all". É resultado de cinco anos de pesquisas interrompidos apenas pela encomenda da trilha sonora de "Tron, o legado". E, vamos logo estragar esse texto com um adjetivo, é fabuloso. Se, como eu, você começou a se interessar por Daft Punk ao ouvir “One more time” ou “Around the world”, talvez estranhe "RAM" na primeira audição. Não se trata de um disco dançante em estado bruto. Para funcionar nas pistas, deverá ser anabolizado por remixes e bootlegs. Mas suas 13 faixas são resultado de uma artesania sonora incomum nesse espectro da música, dominado pela "Geração Pro-Tools". Em excelente reportagem do "New York Times" sobre o lançamento de "RAM", Bangalter critica as ferramentas digitais de produção musical por terem criado "um cenário que é muito uniforme". Crítica ou autocrítica? Pois o Daft Punk é o encontro de dois nerds que há mais de 20 anos, ainda adolescentes, começaram a fazer música em casa com sintetizadores e computadores (assim como Moby, por exemplo). Seu primeiro sucesso, “Da funk” (faixa de “Homework”, 1997) é a repetição ad nauseam de um diálogo entre sintetizadores e um surdo digital, quase um manifesto dos robôs que escondem as identidades de Bangalter e Homem-Christo.      

Mas, ainda bem, o Daft Punk não passou 20 anos tentando prolongar a mágica de seus primeiros hits. Neste novo disco você ouvirá orquestras, sopros e cordas em abundância. Guitarras em riffs de disco-funk, no melhor estilo Donna Summer. Tudo feito em muitas horas de estúdio a custos milionários, com músicos de carne e osso. E eis aí um grande mérito do disco – promover parcerias com gente de talento, que produz, toca e canta ao longo dos 80 minutos de "Random access memories". Um deles é o produtor Pharrel Williams, astro do R&B americano, que faz duas participações luminosas em "Lose yourself to dance" e "Get lucky". Ambas poderiam confundir aquela sua tia que dançava ao som dos Bee Gees na juventude. São pérolas extemporâneas da disco music – e não fosse pelo chamado discreto dos robôs em "Lose yourself to dance" ("C´mon, C´mon, c´mon..."), seria impossível reconhecê-las como canções do nosso tempo.

O tom de nostalgia está presente não apenas na inclinação setentista de algumas faixas. A passagem do tempo é um tema que se repete várias vezes – nas letras e nos temas. "Giorgio by Moroder" é um tributo-entrevista com o legendário produtor Giorgio Moroder, responsável por sucessos como "I feel love", de Donna Summer, e ele próprio um dos primeiros a levar sintetizadores para a música dançante. Ao repórter Dorian Lynskey, do "Observer", Moroder contou que não fazia ideia de como suas muitas horas de conversas gravadas com "os meninos" seriam aproveitadas. "Eu sabia que eles não me contariam." Em "Touch" memórias são também evocadas na voz do ator, músico e compositor de trilhas Paul Williams, um ídolo de infância de Bangalter. Williams contribui em um aspecto que nunca esteve entre as preocupações do Daft Punk ou de seus fãs: letras ricas em poesia. Além de "Touch", ele escreveu também "Beyond", que traz o verso-síntese de "RAM", se me permitem cometer a tradução: "A música perfeita é emoldurada pelo silêncio".
             
Ao interromper um longo hiato com uma obra tão ambiciosa, o Daft Punk deixa dúvidas sobre o futuro. Haverá uma turnê de "Random access memories"? O ritmo de produção do duo seguirá tão bissexto? A quem pergunta, Bangalter e Homem-Christo dão respostas lacônicas, como convém à aura dos homens-robôs. "Isto é o que temos para dividir com vocês."

FONTE G1 GLOBO

FAIXAS
1. “Give Life Back to Music” (featuring Nile Rodgers)
2. “The Game of Love
3. “Giorgio by Moroder” (featuring Giorgio Moroder)
4. “Within” (featuring Chilly Gonzales)
5. “Instant Crush” (featuring Julian Casablancas)
6. “Lose Yourself to Dance” (featuring Pharrell Williams and Nile Rodgers)
7. “Touch” (featuring Paul Williams)
8. “Get Lucky” (featuring Pharrell Williams and Nile Rodgers)
9. “Beyond”
10. “Motherhood”
11. “Fragments of Time” (featuring Todd Edwards)
12. “Doin’ It Right” (featuring Panda Bear)
13. “Contact” (featuring DJ Falcon)

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Site Oficial



30 de mai. de 2013

Jake Bugg

Jake Bugg (2013)

Primeiro álbum de Jake Bugg um cantor e compositor britânico.

Lançado em outubro de 2012 o álbum auto entitulado traz ótimas canções apresentando um folk rock de ótima qualidade.

Em menos de 40 minutos Jake apresenta suas 14 composições inéditas e autorais.

Destaque para seu primeiro hit "Two Fingers", mas ouça também "Taste It", "Country Song" e "Lightning Bolt". Aproveita e ouve o álbum todo, vale a pena.

Boa Audição!

Faixas
1. "Lightning Bolt"  2:24
2. "Two Fingers"  3:15
3. "Taste It"   2:24
4. "Seen It All"   2:51
5. "Simple as This" 3:19
6. "Country Song"  1:49
7. "Broken"   4:07
8. "Trouble Town"  2:50
9. "Ballad of Mr Jones" 2:39
10. "Slide"   3:08
11. "Someone Told Me" 2:36
12. "Note to Self"  2:40
13. "Someplace"   3:32
14. "Fire"   1:45

Tempo Total 39:19



VÍDEOS






4 de mai. de 2013

Johnny Marr

The Messenger (2013)

Após o fim dos THE SMITHS Johnny Marr tocou sua guitarra nos álbuns do THE THE, ELECTRONIC, MODEST MOUSE e THE CRIBS.

Sua primeira experiência solo foi em 2003 quando gravou como Johnny Marr and the Healers o ótimo álbum BOOMSLANG.

Este novo trabalho THE MESSENGER lançado em fevereiro de 2013 vem sendo tratado como seu primeiro álbum solo. Divergências a parte Johnny Marr oferece tons nostálgicos que lhe deram fama do melhor guitarrista ingles dos anos 80.

Marr recrutou uma legião de experientes musicos e bandass inglesas que conheceu e trabalhou durante sua vivência musical.

Segundo ele este álbum THE MESSENGER traça sua experiência de viver na Grâ-Bretanha e explora sua tragetória de cinco décadas de beleza, energia e muitas histórias, muitas delas cantadas neste novo álbum.

Sem surpresa, o talento de Marr e sua guitarra brinda a maior parte do álbum. Na música "Lockdown" diz sobre sua tragetória: "Olhe todos / Fui empurrado por muito tempo."

Na faixa título "The Messenger" os riffs de Fender tecem em torno de um ritmo constante, atrás dos riffs o sussurro sedutor do cantor.

"The Crack Up" é sintético e com guitarras habilmente entrelaçadas onde canta: "Seus sorrisos são quilômetros de metáforas / Ele não te racha / Ele não te soma".

Em "New Town Velocity" um violão simples, nostálgico fornece a espinha dorsal para esta cantiga sobre escapar do sufoco da cidade grande: "Deixei prá traz o mistério / sai da escola para a poesia / eu digo adeus para eles e para mim."

Enfim, THE MESSENGER oferece vislumbres de rock, new wave, Britpop, garagem, experimental, alternative e indie rock mesclando a musicalidade atual. Dá sua nemnsagem rapidadmente, oito das 12 canções tem menos de quatro minutos.

Essa consolidação de seus vários projetos alcança um ápice de estilos e gêneros que o grande guitarrista assimilou e trabalhou em sua carreira.

Johnny Marr, quase meio século de idade, prova que ainda pode inventar novas habilidades e técnicas num cenário tão previsível da música atual. Ele faz a diferença.

Faixas

1. "The Right Thing Right"   3:41
2. "I Want the Heartbeat"   2:47
3. "European Me"   3:56
4. "Upstarts"    3:38
5. "Lockdown"   3:58
6. "The Messenger"   4:29
7. "Generate! Generate!"   4:21
8. "Say Demesne"   5:37
9. "Sun and Moon"   3:23
10. "The Crack Up"   3:52
11. "New Town Velocity"   5:11
12. "Word Starts Attack"   3:29

TOTAL 48:22

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Site Oficial



1 de abr. de 2013

Yeah Yeah Yeahs



Mosquito (2013) é o quarto álbum de estúdio da banda americana de indie rock
Yeah Yeah Yeahs, lançado em April 2013 pela gravadora Interscope Records. O primeiro single "Sacrilege" foi lançado em fevereiro 2013. Ouça também "Under the Earth" e "Slave". Ótimo álbum.

Faixas do novo CD "Mosquito"

1. "Sacrilege"   3:50
2. "Subway"   5:16
3. "Mosquito"   2:59
4. "Under the Earth"   4:18
5. "Slave"   4:06
6. "These Paths"   5:03
7. "Area 52"   2:54
8. "Buried Alive" (featuring Dr. Octagon) 5:16
9. "Always"   4:07
10. "Despair"   4:48
11. "Wedding Song"   4:58



23 de nov. de 2012

Djangos


Mundodifusão (2011)

Djangos é um trio carioca com formação clássica de guitarra-voz, baixo e bateria. Lançaram em 2011 o ótimo álbum "Mundodifusão" com a produção de Marcelo Yuka (ex-Rappa).

Fazendo um rock vigoroso, mesclando com um drum'n'bass inspirado em Asian Dub Foundation, um bom  reggae, levadas de samba e de soul promovem uma salada pop que lhes dá identidade.

O baixo pesado e profundo de Lyle Diniz que se entrelaça bem com a bateria punk-suingada do maestro Jj Aquino, milimetricamente preciso em suas batidas, inspirado em seu triunvirato pessoal, Clash-Police-Paralamas.

É com uma cozinha desse nível que Marco Homobono prepara a refeição na forma das letras originais sobre as inquietaçãoes da ordinária vida suburbana-global. De acompanhamento temos sua guitarra envenenada, passeando entre distorção, microfonias light e feedback de um lado a outro do disco. E ele ainda tempera tudo isso com muitos efeitos, repetições e colagens de sons & vozes e instrumentos ecoando no melhor clima dub, que só poderiam ser gravados mesmo em um lugar chamado Observatório de Ecos, de propriedade do produtor do disco, Marcelo Yuka.

O álbum conta ainda com algumas participações super especiais. Lazão, baterista do Cidade Negra, empresta a voz para o eletro-reggae-rock "Imigrante Ilegal". Em "Comportamento Geral", de Gonzaguinha, a única música de outro artista presente no disco, eles contam com o aval e a bênção de Amora Pêra, filha do compositor e integrante do conjunto Chicas.

Para reforçar as idéias de "Cabra Marcado", o rapper João Xavi é convocado e adiciona suas rimas cheias de citações e com recado certeiro. "Beco Sem Saída (Forrockers)" não tem participações, mas exibe um cenário de agreste punk, mostrando que os temas são sérios mas o som é de festa para curtir.

Em "Operação São Jorge", a festa se confunde com o tumulto, rápida e nervosa, tiros disparados pelo bumbo e gritos expelidos pelas seis cordas nas mãos de Homobono. Para respirar, na metade final do disco temos as mensagens positivas de "Agora Não Mais".

Há ainda no meio disso "Eles Me Fazem Chorar", uma constatação da luta diária de quem está por aí tentando se virar no meio do bem e do mal, um reggae com pandeiro e violão de nylon ao fundo, que, prestando bem atenção, evoca um Jorge Ben.

O mais incrível nesse Mundodifusão é que, no meio de tantos ecos, a cada audição dá para descobrir uma melodia nova, um fraseado de guitarra que você não tinha reparado antes, um barulhinho eletrônico diferente. Ouça, surpreenda-se e passe adiante!

FAIXAS
1. Beco Sem Saída (Forrockers) (3:31)
2. O Alvo (3:28)
3. Imigrante Ilegal (4:06)
4. Jump in the slave quarter (2:17)
5. Operação São Jorge (3:18)
6. Cabra marcado (3:46)
7. Agora nao mais (4:19)
8. Onda e Concreto (2:59)
9. Eles me fazem chorar (3:51)
10. Atenção (4:35)
11. Comportamento geral (3:06)
12. Tereza (4:46)

OUTROS LINKS

Fonte    /     Site oficial     /     Download MundoDifusão   /   Download Mediafire

Djangos my space   /    Djangos blog
















15 de nov. de 2012

Billy Talent


"Dead Silence" (2012)

Billy Talent é uma banda do Canadá formada a quase uma década por alunos do curso secundário como a grande maioria das bandas de sucesso. Fazem um rock alternativo com influência do punk rock alegre do Greenday e do hardcore sombrio do Metálica.

Venderam milhões de discos no Canadá e continuam a expandir seu trabalho mundo afora. Vale a pena ouvir o rock do quarteto que mantem a mesma formação desdo o início: Ben Kowalewicz -vocal, Ian Michael D'Sa -guitarra e vocal, Jonathan Gallant –baixo e backing vocal e por Aaron Solowoniuk –bateria e percussão.

Em 2012 chegam ao quarto álbum de estúdio lançado em setembro com o sombrio nome
"Dead Silence". 


A faixa "Viking Death March" é o primeiro single, um rock excelente, gritado e ordenado, no lançamento essa música ficou em terceiro lugar nas rádios canadenses.

"Surprise Surprise" o segundo single mostra a banda tocando punk rock da melhor qualidade, confira.
Ouça também "Runnin' Across the Tracks" e "Love Was Still Around" que não vai se arrepender, rock do bom e muito bem tocado.

Como tendência atual das novas bandas o álbum pode ser baixado ou ouvido na internet com facilidade e o os vídeos estão todos no You-Tube.

Cancelaram recentemente a apresentação que fariam em São Paulo em dezembro de 2012, mas no site oficial prometem shows no Brasil em 2013.

Faixas
1. "Lonely Road to Absolution"   1:15
2. "Viking Death March"   4:04
3. "Surprise Surprise"   3:08
4. "Runnin' Across the Tracks"   4:19
5. "Love Was Still Around"   3:46
6. "Stand Up and Run"   3:20
7. "Crooked Minds"   5:04
8. "Man Alive!"   3:36
9. "Hanging by a Thread"   3:53
10. "Cure for the Enemy"   4:26
11. "Don't Count on the Wicked"   4:08
12. "Show Me the Way"   3:06
13. "Swallowed Up by the Ocean"   5:02
14. "Dead Silence"   4:49



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2 de nov. de 2012

Bloc Party

Four (2012)

Bloc Party é uma banda britânica de indie rock, formada em 2000 em Londres, na Inglaterra.

Sua discografia chega agora ao quarto álbum "Four" (2012) que traz a banda mais madura e ciente de seu caminho ao mainstream. Um de seus melhores trabalhos até aqui.

É nítida a mudança em relação aos álbuns anteriores, conseguiram criar hits bonitos como em "Day Four" seu segundo single que remete a The Police nos anos 80, linda. Mas tem muito mais, entre elas "V.A.L.I.S" e "Octopus" que valem a audição.

O quarteto atualmente é formado por Russell Lissack - guitarra; Gordon Moakes - baixo e backing-vocal Kele Okereke - vocal, guitarra e Matt Tong - bateria.

Boa audição!

Todas as músicas foram compostas por Bloc Party.

Faixas
01."So He Begins to Lie" - 3:34
02."3x3" - 2:39
03."Octopus" - 3:05
04."Real Talk" - 4:14
05."Kettling" - 3:41
06."Day Four" - 4:11
07."Coliseum" - 2:29
08."V.A.L.I.S." - 3:20
09."Team A" - 4:37
10."Truth" - 4:00
11."The Healing" - 4:19
12."We Are Not Good People" - 3:20

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7 de set. de 2012

Alabama Shakes

Boys And Girls (2012)


O grupo de rock americano Alabama Shakes foi formado em 2009 na cidade do Alabama. Apesar de muito recente chamou a atenção com a canção "Hold On" que chegou as primeiros lugares nas paradas europeias e americanas.

O quarteto é formado pela cantora Brittany Howard, o guitarrista Heath Fogg, o baixista Zac Cockrell e na batera Steve Johnson.

O primeiro álbum "Boys & Girls" lançado em abril de 2012 traz pérolas como "Be Mine" um blues poderoso e envolvente. O segundo single será "You Ain´t Alone" uma balada ao estilo Janis Joplin.
"I Ain´t the Same" é outra surpresa agradável um rock viceral com excelente interpretação.

Com a fusão do rock clássico com o blues, o R&B e o rock’n’roll o Alamaba Shakes mostra que além versatilidade tem muita competência musical e muito carisma.

A vocalista Brittany Howard tem uma maneira desleixada de cantar tão agradavel e sensual.
As canções são boas de se ouvir e o ritmo é música bem tocada com muito sentimento. Rock crú.

Apesar de seu talento, certo e vasto, em menos de um ano passaram de uma banda de internet para o mainstream musical. Este aumento estrelar e a ascensão do Alabama Shakes só vem demonstrar a qualidade que o grupo tem.

Boa audição de mais um álbum que vale a pena ouvir inteiro. Voce vai escolher as suas.




Faixas
1. "Hold On"   3:46
2. "I Found You"   2:59
3. "Hang Loose"   2:24
4. "Rise to the Sun"   3:08
5. "You Ain't Alone"   4:44
6. "Goin' to the Party"   1:45
7. "Heartbreaker"   3:47
8. "Boys & Girls"   3:25
9. "Be Mine"   4:14
10. "I Ain't the Same"   2:55
11. "On Your Way"   3:05
12. "Heavy Chevy (Bonus Track)"   2:25


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VIDEOS






6 de set. de 2012

Alt-J

"An Awesome Wave" (2012)

Alt-J é uma banda britânica de música alternativa formada em 2007. Eles ganharam reconhecimento na Europa com este seu primeiro álbum "An Awesome Wave" lançado em maio de 2012.

O primeiro single "Matilda / Fitzpleasure" foi lançado em fevereiro de 2012, mas foi com o segundo single "Breezeblocks" que a banda ganhou destaque nas paradas inglesas e por esta música são um dos escolhidos e favoritos a levar o Mercury Music Prize de 2012.

Outra música surpreendente é "Something Good" que te conduz a um mantra ritmico envolvente, experimente!
Este álbum abrange vários ritmos, gêneros e influências formando uma coleção de músicas alternativas, contemporâneas e muito acessíveis. Belas canções pop.


Vencedor do Mercury Prize – premiação organizada pela indústria fonográfica britânica – em 2012, é o Alt-J com o ótimo álbum de estreia An Awesome Wave. A cerimônia aconteceu na noite de 01/11/12 em Londres

O charme do Alt-J é que a banda funciona muito bem fazendo um som inteligente e ao mesmo tempo pop, sim foi possível, O Alt-J conseguiu fazer um álbum de estréia brilhante e inquietante. Ao recusar a se submeter a um único gênero, eles se tornaram senhores do seu próprio destino.

Faixas
1. "Intro"   2:37
2. "Interlude I"   1:12
3. "Tessellate"   3:02
4. "Breezeblocks"   3:47
5. "Interlude II"   1:17
6. "Something Good"   3:38
7. "Dissolve Me"   4:17
8. "Matilda"   3:48
9. "Ms"   3:58
10. "Fitzpleasure"   3:39
11. "Interlude III"   0:53
12. "Bloodflood"   4:09
13. "Taro"   5:05
14. "Hand-Made"   2:37

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